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Diante da sela aberta eu lhe estendi a mão. Eu havia invadido a prisão de Limbos, passado por cinco guardas e, nesse caminho, violado algumas leis como seria claro supor. O único humano que encontrei, desmaiou de medo. Aquilo tinha sido mais fácil do que planejara. Esse era o problema com sociedades avançadas. Tudo se tornava previsível demais. Era óbvio, também, que devido a sua prórpia estrutura, a Agência iria chamar alguém menos "impecável" para ir ao meu encontro..alguém com uma maior criatividade anárquica, apesar deles nunca declararem isso oficialmente. Com certeza meu criador teria algo a dizer sobre isso. Segurei sua pequena mão macia e envelhecida. Mais dois dias e Seu corpo estaria aniquilado. Prisões temporais eram realmente eficientes. O tempo na cela passava mil vezes mais rápido do que fora delas. E tempo era algo que eu não podia me dar ao luxo de perder. Eu deveria levá-Lo a Prion, onde poderia reverter, pelo menos parcialmente, os efeito desse envelhecimento acelerado. Deixei-O em Prion, onde estaria incógnito e seguro. Ele ouviu meus planos cuidadosamente e me deu sua benção. Eu nunca o vira tão noltálgico e tão calmo. Eu senti, em mim, um desejo palpável de vingança. Fiquei uns dois dias atribulados, como se emergisse de uma ressaca infernal. Eu sabia que fora localizado, porém havia tomado o devido cuidado para não levantar suspeitas do paradeiro de meu Pai. Eu estava decidido a esperar pela vinda dos agentes em Metaluzia, berço dos assassinos. Seria interessante ver como eles se sairiam neste tipo de terreno. postado por Pablo |
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